Uma equipe de pesquisa da Universidade de Southampton (Inglaterra) imprimiu um avião que voa. Não um avião de papel: eles fizeram a aeronave não-tripulada SULSA usando uma impressora 3D. Apesar de ter apenas uma fração do tamanho de um avião comum – ele tem uma envergadura (distância entre as pontas das asas) de apenas 2m – mas designs futuros de avião podem aprender com esta técnica.
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A sinterização a laser permite ao designer criar formas e estruturas que normalmente envolveriam técnicas tradicionais e caras de fabricação. Esta tecnologia permite que uma aeronave altamente personalizada seja desenvolvida, do conceito até o primeiro voo, em dias. Usando materias e técnicas de fabricação convencionais… isto normalmente levaria meses. Além disso, como não são necessárias máquinas-ferramentas para a fabricação, mudanças radicais na forma ou escala da aeronave podem ser feitas sem custo adicional.
Uma vez terminado, o avião conseguiu voar a até 160km/h e, com um módulo de piloto automático, ele até voou sozinho. A asa do avião foi modelada baseando-se no lendário avião Spitfire – um caça britânico usado na Segunda Guerra Mundial – cujas asas elípticas eram consideradas difíceis e caras demais de se fazer usando técnicas comuns. Mas, usando o método de sinterização a laser, ficou bem mais fácil.
Postado em 27/10/2011 |
